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Índios reflorestam


As florestas que protegiam as nascentes da bacia do rio Xingu, no Mato Grosso, deram lugar a capim e soja. A área é de 300 mil hectares (ou 3 mil quilômetros quadrados). O desmatamento para a formação das lavouras chega até a divisa do Parque Nacional do Xingu. E agora são justamente os índios, também enormemente afetados pelo estrago, que estão ajudando a reflorestar essas áreas.


Hoje a maior reserva de espécies nativas daquela região do País está no Xingu. A convite do Instituto Socioambiental, organização não-governamental que trabalha com os índios, quatro etnias do parque estão trabalhando na coleta de sementes das árvores da reserva. A campanha leva o nome de Y Ikatu Xingu - que na lingua kamaiurá quer dizer: "Salve a água boa do Xingu".


Atualmente a tribo tem 400 índios, que trabalham na coleta de sementes. Aliás, esse tipo de extração passou a ser uma fonte de renda para a etnia. Tudo que coletam é comercializado na cidade de Canarana, em Mato Grosso. Para escolher as espécies mais importantes, os ikpenges fizeram um mapeamento da floresta.





fonte: Globo Amazônia/ Globo Rura

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