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Hoje é Dia Internacional dos Povos Indígenas


Luanda – Assinala-se hoje, 09 de Agosto, o Dia Internacional dos Povos Indígenas, proclamado, em Dezembro de 1994, pela Assembleia Geral das Nações Unidas.




Foram muitos os motivos que levaram a essa decisão, mas a razão fundamental foi o reconhecimento, pela Assembleia, da necessidade de as Nações Unidas se situarem de uma forma clara e firme na vanguarda da promoção e protecção dos direitos dos povos indígenas do Mundo.




Essa promoção e protecção tem como objectivo pôr fim à sua marginalização, à extrema pobreza, à expropriação das suas terras ancestrais e às outras violações graves dos direitos humanos de que tinham sido e continuam a ser alvo.




A proclamação deste Dia foi, sem dúvida, importante, mas foi apenas o prelúdio de um acontecimento ainda mais marcante, a adopção, pela Assembleia, da Declaração sobre os Direitos dos Povos Indígenas.




A Declaração é um elemento que visa garantir os direitos humanos dos povos indígenas. Estabelece um quadro em que os Estados podem construir ou reconstruir as suas relações com os povos.




Constitui o resultado de mais de duas décadas de negociações e proporciona uma oportunidade vital para que os Estados e os povos indígenas reforcem as suas relações, promovam a reconciliação e velem para que os erros do passado não se repitam.




Por ocasião da data, as Nações Unidas reconhecem as realizações das populações indígenas do mundo, que ascendem a mais de 370 milhões de pessoas e estão espalhadas por cerca de 70 países.




As populações indígenas do mundo preservaram uma vasta quantidade da história cultural da humanidade. Os povos indígenas falam a maioria das línguas mundiais. Herdaram e passaram adiante um rico conhecimento, formas artísticas e tradições religiosas e culturais.




Neste ano, o foco será a celebração dos cineastas indígenas, em conexão com o tema da Sessão de 2010 do Fórum Permanente da ONU sobre Questões Indígenas, “Desenvolvimento com cultura e identidade”.




Em sua mensagem por ocasião da data, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-Moon, destacou que os povos indígenas sofrem com o racismo, saúde precária e pobreza desproporcional.




“Em muitas sociedades, suas línguas, religiões e tradições culturais são estigmatizadas e rejeitadas. O primeiro relatório da ONU sobre o Estado dos Povos Indígenas do Mundo, de Janeiro de 2010, apresentou estatísticas alarmantes. Em alguns países, povos indígenas estão 600 vezes mais vulneráveis a contraírem tuberculose em relação ao resto da população. Em outros, uma criança indígena tem a expectativa de vida 20 anos menor do que seus compatriotas não-indígenas”, disse Ban Ki-Moon




Segundo a Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, existem motivos para celebrar o progresso alcançado ao tornar os direitos humanos uma realidade para os povos indígenas.




Ela destacou que o Dia Internacional dos Povos Indígenas também é uma ocasião para lembrar que “não há espaço para a complacência. As constantes violações dos direitos dos povos indígenas, em todas as regiões do mundo, merecem nossa atenção e acção máximas”.




A data foi declarada pela Assembleia Geral da ONU para ser comemorada todos os anos durante a Primeira Década Internacional dos Povos Indígenas do Mundo (1995-2004). Em 2004, a Assembleia proclamou a Segunda Década Internacional, 2005-2015, com o tema “Uma Década de Acção e Dignidade”.





Fonte:portalangop.com.br

Índios reflorestam


As florestas que protegiam as nascentes da bacia do rio Xingu, no Mato Grosso, deram lugar a capim e soja. A área é de 300 mil hectares (ou 3 mil quilômetros quadrados). O desmatamento para a formação das lavouras chega até a divisa do Parque Nacional do Xingu. E agora são justamente os índios, também enormemente afetados pelo estrago, que estão ajudando a reflorestar essas áreas.


Hoje a maior reserva de espécies nativas daquela região do País está no Xingu. A convite do Instituto Socioambiental, organização não-governamental que trabalha com os índios, quatro etnias do parque estão trabalhando na coleta de sementes das árvores da reserva. A campanha leva o nome de Y Ikatu Xingu - que na lingua kamaiurá quer dizer: "Salve a água boa do Xingu".


Atualmente a tribo tem 400 índios, que trabalham na coleta de sementes. Aliás, esse tipo de extração passou a ser uma fonte de renda para a etnia. Tudo que coletam é comercializado na cidade de Canarana, em Mato Grosso. Para escolher as espécies mais importantes, os ikpenges fizeram um mapeamento da floresta.





fonte: Globo Amazônia/ Globo Rura

Representantes dos índios defendem criação da Secretaria de Saúde Indígena


Antes da votação em Plenário do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 8/10, oriundo da Medida Provisória (MP) 483/10, que cria a Secretaria Especial de Saúde Indígena dentro do Ministério da Saúde, representantes de diferentes grupos indígenas estiveram no gabinete da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), relatora da matéria, a quem apresentaram seus argumentos para a aprovação da MP.

O representante do Conselho Nacional de Saúde dos Xavantes, Edimundo Omore, disse que a criação da secretaria - que assumirá as funções que hoje são de responsabilidade da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) - vai contribuir para melhorias na qualidade do atendimento médico das comunidades indígenas e para o estabelecimento de uma "política decente" nesta área. Ele acrescentou que a situação das gestantes indígenas, por exemplo, é muito difícil.

- Minha esposa teve muita dificuldade com acesso aos exames pré-natal durante a gravidez - disse.

Davi Kopenawa, representante da Associação dos Yanomami do estado de Roraima, disse que as condições de saúde do seu povo são muito precárias.

- Defendemos o povo indígena, a natureza e a saúde. Com a criação da secretaria, a assistência do governo para a saúde dos índios vai melhorar bastante.

O líder da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), Marcos Apurinã, acredita que a Secretaria Especial de Saúde Indígena vai melhorar a qualidade de vida nas 180 aldeias da Amazônia.

- Nós acreditamos que a saúde indígena vai melhorar com uma nova distribuição dos recursos financeiros, mais eficiente do que observamos atualmente - disse.

A senadora Lúcia Vânia disse aos líderes indígenas que apresentou parecer favorável à aprovação do PLV que cria a secretaria, por considerá-lo "um passo importante para a melhoria da qualidade de vida dos índios".

Lúcia Vânia disse, ainda, que ao participar da CPI das ONGs passou a acompanhar mais de perto a questão da saúde indígena no país.

- A situação da saúde é muito ruim nas aldeias. Espero que esta secretaria sirva de ferramenta para corrigir as distorções causadas durante anos de descaso com a saúde dos nossos índios - finalizou.
Da Redação / Agência Senado

Fonte:senado.gov.br

Educação Indígena: Instituições se reúnem para buscar soluções para o tema

Participaram da reunião o Ministério Público Estadual (MPE), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) do Ministério da Educação, a Fundação Nacional do Índio (Funai), a Fundação Nacional de Saúde, Secretaria Estadual de Educação, Cultura e Desporto (Secd), a Hutukara Associação Yanomami (HAY) e o Instituto Sócio Ambiental (ISA). Durante o encontro, foram debatidos temas que tratam sobre o Censo Escola e a Educação Indígena no Estado de Roraima.

A reunião foi motivada por denúncias realizadas no MPF/RR por representantes de comunidades indígenas da etnia Yanomami, os quais reclamam que, desde o ano passado, escolas indígenas teriam ficado fora do processo de recenseamento. Com isso, foram prejudicadas no que diz respeito ao envio de verbas para a compra de merenda escolar, de material didático e pagamento de professores.

Para o procurador da república Rodrigo Timóteo Costa e Silva, o objetivo é que os povos indígenas não sejam prejudicados mediante a realização do Censo Escolar 2010. O Ministério Público deixa claro que a responsabilidade do processo de educação nas áreas indígenas é tanto do estado quanto da União, e essa responsabilidade não pode ser repassada à comunidade ou instituições não-governamentais.

Atualmente, segundo o tesoureiro da Hutukara, Dário Vitório Xiriana, na comunidade indígena Yanomani existem 24 escolas, das quais poucas foram recenseadas.

Ele afirma que o Censo Escolar é apenas uma das ações que não chegam à comunidade. Nós não temos apoio nenhum da Secretaria Estadual de Educação. As escolas foram abertas nas comunidades e abandonadas. Este ano, por exemplo, não recebemos um lápis da secretaria, lamenta Dário.

Ao final da reunião, o MPF decidiu pela elaboração, em parceria com o Ministério Público Estadual, de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que deverá ser assinado por todos ainda no mês de agosto.


Fonte:jusbrasil.com

Confiram o VIB 2010 em Dourados!!!


Em 2010 o Video Índio Brasil chega a sua 3ª edição, será realizado em 101 cidades brasileiras e Dourados está entre elas.
Durante 31de julho a 07 de agosto será realizada a mostra de produções cinematográficas feitas por e sobre indígenas de várias etnias do Brasil.
Em Dourados a coordenação do VIB 2010 reúne a UFGD/PROEX, Etnolab, Ponto de Cultura Todas as Idades, Casa Brasil UFGD, Cine Clube UFGD, Programas de Pós-Graduação em História, Geografia e Letras.
O Video Índio Brasil é parte da comemoração dos cinco anos de criação da UFGD, realizando a exibição da mostra nas unidades I e II, Casa Brasil, Escolas Indígenas e Não Indígenas e na Reserva Jaguapirú e Bororó e seminários temáticos sobre a realidade dos indígenas na região da Grande Dourados.
Em breve disponibilizaremos a programação no blog. Contato pelo endereço vib2010ddos@gmail.com.

Fonte:vib2010ddos.blogspot.com

Programação Oficial do VIB 2010 - Dourados

Sábado - 31/07/2010

Abertura do Vídeo índio brasil 2010-Dourados

VESPERTINO - 14:00 – Local: Anfiteatro da Unidade I-UFGD

Reza Kaiowá-Guarani

Filme: “Corumbiara” Direção: Vincent Carelli / Vídeo nas Aldeias / 2009 / 117 min. / RO - Akuntsu e Kanoê / Livre. Sinopse: Em 1985, o indigenista Marcelo Santos denuncia um massacre de índios na Gleba Corumbiara (RO) e Vincent Carelli filma o que resta das evidências. Bárbaro demais, o caso passa por fantasia e cai no esquecimento. Marcelo e sua equipe levam anos para encontrar os sobreviventes. Duas décadas depois, “Corumbiara” revela essa busca e a versão dos índios.

Debate: Marcos Homero Ferreira Lima - Analista Pericial em Antropologia do Ministério Público Federal

Domingo - 01/08/2010

Vespertino – 14:00 - Exibição do Vídeo Índio Brasil 2010/Dourados nas casas de rezas Aldeia Indígena de Dourados;

Ônibus saída: 13 horas para a Aldeia Indígena de Dourados.

Segunda - 02/08/2010

Manhã – Exibição na Unidade II-UFGD (na frente da FCS)

Filme: “De volta à terra boa” Direção: Vincent Carelli / Vídeo nas Aldeias / 2008 / 21min. / MT - Panará / Livre. Sinopse: Homens e mulheres Panará narram a trajetória de desterro e reencontro de seu povo com seu território original, desde o primeiro contato com o homem branco, em 1973, passando pelo exílio no Parque do Xingu, até a luta e reconquista da posse de suas terras.

Vespertino – Exibição do VIB nas Escolas Indígenas (E.M. Araporã, E.M. Tengatuí, E.M. Agustinho, E.M. Lacuí) e Não-Índigenas (E.E. Reis Veloso, E.E. Menodora, E.M. Aurora, E.M. Avani)

Noite – 19:30 - CURTA: “Kuhi ikugü, os Kuikuro se apresentam” Direção: Coletivo Kuikuro de Cinema / Vídeo nas Aldeias / 2007 / 7 min. / MT - Kuikuro / Livre. Sinopse: Os Kuikuro apresentam sua história, desde seus antepassados, passando pelos conflitos com os brancos até as mudanças de suas vidas no mundo contemporâneo.

Seminário Temático: O lugar da vida: a luta pela terra.

Mediadora: Noemia Moura

Rogério Batalha – CIMI/MS (Campanha Povo Guarani, Grande Povo).

Zezinho – Laranjeira Ñanderu

Lindomar Ferreira – (Aldeia mãe Terra – Terra Indígena Cachoeirinha).

Elizeu Lopes - Kaiowá (Kurussu Ambá).

Terça - 03/08/2010

Manhã – Exibição na Unidade II-UFGD (na frente da FCS).

“Pi’õnhitsi, mulheres Xavante sem nome” Direção: Divino Tserewahú / Vídeo nas Aldeias / 2009 / 56 min. / MT - Xavante / Livre. Sinopse: Desde 2002, Divino Tserewahú tenta produzir um filme sobre o ritual de iniciação feminino, que já não se pratica em nenhuma outra aldeia Xavante, mas desde o começo das filmagens todas as tentativas foram interrompidas. No filme, jovens e velhos debatem sobre as dificuldades e resistências para a realização desta festa.

Vespertino – Exibição do VIB nas Escolas Indígenas e Não-Indígenas;

Noite – 19:30 - CURTA: “Kré” Direção: Francele Cocco / 2009 / 8 min / RS – Kaigang / Livre. Sinopse: Dona Natália, índia moradora da reserva da Serrinha, explica a confecção de cestos e balaios kaigang, desde a extração da matéria prima, até a comercialização nas cidades do RS e SC.

Seminário Temático: Mulheres Indígenas: Outros Espaços, Novas histórias.

Mediadora: Graciela Chamorro.

Zélia – Coordenadora Escola Indígena Araporã.

Florisa – Ñandesy.

Teodora de Souza – Professora Guarani.

Quarta - 04/08/2010

Manhã – Exibição na Unidade II-UFGD (na frente da FCS)

“Mokoi tekoá petei jeguatá - duas aldeias, uma caminhada” Direção: Ariel Ortega, Jorge Morinico e Germano Benites / Vídeo nas Aldeias / 2008 / 63min. / RS - Guarani-Mbya / Livre. Sinopse: Sem matas para caçar e sem terras para plantar, os Mbya-Guarani dependem da venda do seu artesanato para sobreviver. Três jovens Guarani acompanham o dia-a-dia de duas comunidades unidas pela mesma história, do primeiro contato com os europeus até o intenso convívio com os brancos de hoje.

Vespertino – Exibição da Mostra nas Escolas Indígenas e Não-Indígenas;

Noite – CURTA: “Pajerama” Direção: Leonardo Cadaval / 2008 / 9 min. / SP - Animação / Livre. Sinopse: Um índio é pego numa torrente de experiências estranhas, que revelam mistérios de tempo e espaço.

Seminário Temático: Juventude entre os povos indígenas.

Mediador: Antonio Dari Ramos

Brô MC’s

Izaque João – Mestrando do Programa de Pós Graduação em História

Quinta - 05/08/2010

Manhã – Exibição na Unidade II-UFGD (na frente da FCS)

“Já me transformei em imagem” Direção: Zezinho Yube / Vídeo nas Aldeias / 2008 / 32 min. / AC - Hunikui (Kaxinawá) / Livre. Sinopse: Comentários sobre a história de um povo, feito pelos realizadores dos filmes e por seus personagens. Do tempo do contato, passando pelo cativeiro nos seringais, até o trabalho atual com o vídeo, os depoimentos dão sentido ao processo de dispersão, perda e reencontro vividos pelos Huni kui.

“Indígenas digitais” Direção: Sebastian Gerlic / 2010 / 26 min. / BA - Tupinambá (BA), a Pataxó Hahahãe (BA), Kariri-Xocó (AL), a Pankararu (PE), Potiguara (PB), Makuxi (RR) e Bakairi (MT) / Livre. Sinopse: Representantes de várias etnias relatam como celulares, câmeras fotográficas, filmadoras, computadores e, principalmente, a internet vêm sendo ferramentas importantes na busca das melhorias para as comunidades indígenas e nas relações destas com o mundo globalizado.

Vespertino – Exibição do VIB nas Escolas Indígenas e Não-Indígenas

Noite – 19:30 – CURTA: “Indígenas digitais” Direção: Sebastian Gerlic / 2010 / 26 min. / BA - Tupinambá (BA), a Pataxó Hahahãe (BA), Kariri-Xocó (AL), a Pankararu (PE), Potiguara (PB), Makuxi (RR) e Bakairi (MT) / Livre. Sinopse: Representantes de várias etnias relatam como celulares, câmeras fotográficas, filmadoras, computadores e, principalmente, a internet vêm sendo ferramentas importantes na busca das melhorias para as comunidades indígenas e nas relações destas com o mundo globalizado.

Seminário Temático: Produção e elaboração de audiovisual entre os povos indígenas.

Kenedy de Sousa.

Naldo Rocha.

Produtor de vídeos indígena (VIB)

Sexta - 06/08/2010

Manhã – Exibição na Unidade II-UFGD (na frente da FCS)

“A gente luta, mas come fruta” / Vídeo nas Aldeias (PE) / 2006 / 40min. / AC - Ashaninka / Livre. Diretor: Valdete Pinhanta e Issac Pinhanta. Sinopse: O manejo agroflorestal realizado pelos Ashaninka da aldeia APIWTXA no rio Amônia, Acre. No filme eles registram, por um lado, seu trabalho para recuperar os recursos da sua reserva e repovoar seus rios e suas matas com espécies nativas, e por outro, sua luta contra os madeireiros que invadem sua área na fronteira com o Peru.

Vespertino – Exibição do VIB nas Escolas Indígenas e Não-Indígenas

SABADO – 07/08/2010

VESPERTINO - 17:00 – Local: CINE CLUBE UFGD

Filme: “Terra vermelha” Direção: Marcos Bechis /2008 / 1h48min. Sinopse: O suicídio de duas meninas Guarani-Kaiowá desperta a comunidade para a necessidade de resgatar suas próprias origens, perdidas pela interferência do homem branco. Um dos motivos do desaparecimento gradual da cultura reside no conflito gerado pela disputa de terras entre a comunidade indígena e os fazendeiros da região. Para os Kaiowá, essas terras representam um verdadeiro patrimônio espiritual e a separação que sofreram desse espaço é a causa dos males que os rodeia. Elenco: Matheus Nachtergaele (Dimas), Cláudio Santamaría (Roberto), Alicelia Baptista (Lia), Chiara Caselli (Beatrice), Abrisio Da Silva Pedro (Osvaldo), Ademilson Concianza Verga (Ireneu), Ambrósio Vilhalva (Nadio), Fabiane Pereira Da Silva (Maria), Eliane Juca Da Silva (Mami) e Leonardo Medeiros (Lucas Moreira).

NOITE – 19:00 – Feira Livre da Rua Cuiabá

“Kuhi ikugü, os Kuikuro se apresentam” Direção: Coletivo Kuikuro de Cinema / Vídeo nas Aldeias / 2007 / 7 min. / MT - Kuikuro / Livre. Sinopse: Os Kuikuro apresentam sua história, desde seus antepassados, passando pelos conflitos com os brancos até as mudanças de suas vidas no mundo contemporâneo.

“Kré” Direção: Francele Cocco / 2009 / 8 min / RS – Kaigang / Livre. Sinopse: Dona Natália, índia moradora da reserva da Serrinha, explica a confecção de cestos e balaios kaigang, desde a extração da matéria prima, até a comercialização nas cidades do RS e SC.

“Pajerama” Direção: Leonardo Cadaval / 2008 / 9 min. / SP - Animação / Livre. Sinopse: Um índio é pego numa torrente de experiências estranhas, que revelam mistérios de tempo e espaço.

“De volta à terra boa” Direção: Vincent Carelli / Vídeo nas Aldeias / 2008 / 21min. / MT - Panará / Livre. Sinopse: Homens e mulheres Panará narram a trajetória de desterro e reencontro de seu povo com seu território original, desde o primeiro contato com o homem branco, em 1973, passando pelo exílio no Parque do Xingu, até a luta e reconquista da posse de suas terras.




Telefones:

Roseline Mezacasa – 91248707

Juliana Mota – 81696977

Diogenes - 99389446

Cassio - 81441702


Fonte:vib2010ddos.blogspot.com