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Pasto no lugar de floresta

Em outra região, nas proximidades de Marabá (PA), o desmatamento não ocorre em reservas indígenas, mas denúncias informam que pecuaristas transformaram a floresta em grandes fazendas de gado.


De avião, a paisagem que se vê embaixo é de grama, não de mata. A dona da área é a Agropecuária Santa Bárbara, que tem hoje 560 mil animais. A empresa já foi multada em mais de R$ 100 milhões por crime ambiental.

A Espírito Santo é uma das sete fazendas da Santa Bárbara que foram embargadas pelo Ibama, o que impediria qualquer tipo de atividade produtiva. Da porteira até a sede são 22 km. Lá, cria-se mais de 70 mil cabeças de gado, e pelo tamanho dos pastos não dá nem para imaginar que a região faz parte da Floresta Amazônica.

O embargo do Ibama é para proteger a floresta. Como a área foi desmatada, o gado impede a vegetação natural de crescer novamente. O advogado da agropecuária, Vinícius Ribeiro, diz que já recorreu das multas.

“Se há crime de desmatamento, esse foi cometido por quem praticou o crime. Pode ter sido quem vendeu [a terra] para a Santa Bárbara, pode ter sido o seu antecessor. O que caberá ao proprietário, se for a Santa Bárbara, será recompor essas áreas de reserva legal e de área de preservação permanente”, alega.

Fonte: g1.globo.com/amazônia

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